Perseguição no Chile: Sete igrejas queimadas este ano

Perseguição no Chile: Sete igrejas queimadas este ano

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Eles afirmam defender os direitos dos mapuches, tribo que vivia no país antes da colonização espanhola. Contudo, atualmente 87% dos membros da etnia são cristãos, entre católicos e protestantes. Isso comprova que se trata de uma questão que vai além da religião. Os mapuche são a etnia mais numerosa do país com cerca de 700.000 membros, de uma população total do Chile de 17,5 milhões.


Muitas das igrejas incendiadas também eram usadas como escolas e abrigos para pessoas deslocadas devido a desastres. Juan Mella, presidente do conselho de pastores da região e líder de uma igreja queimada em julho, diz ter testemunhado o momento em que sua igreja foi reduzida a cinzas. O templo simples, de madeira, fora construída 15 anos atrás, com dinheiro dos próprios fiéis.

Em setembro, quatro outras igrejas foram queimadas e várias congregações, ameaçadas. Isso levou a polícia a colocar guardas nas duas igrejas da região.


Em um caso que se teve maior repercussão, quatro homens mascarados invadiram o culto de domingo de uma igreja e a incendiaram. Até agora, foi o único em que a polícia efetuou prisões. Os suspeitos alegam pertenceram ao Weichan Auca Mapu. Eles deixaram uma mensagem pixada na igreja: “Cristianismo, cúmplice da repressão do povo mapuche”.

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